Quando Juno (EUA/ Canadá, 2007) estreou nos cinemas eu acabei não o assistindo e depois confesso que me esqueci. Até que ele foi exibido na Record, na noite de ontem.
Como filme não chega a ser excelente, mas qualquer coisa que me faça refletir é sempre bem-vinda.
A fita conta a história da personagem principal, homônima, que aos 16 anos fica grávida de um colega de classe da escola. A relação deles se resume a uma amizade e uma banda de rock em que tocam juntos. O garoto é um mané, tem cara de mané e se veste como um mané. Sei que pela idade ele ainda é um garoto (na história ele tem 17 anos) mas é o típico filhinho da mamãe. E não há homens mais irritantes do que os deste tipo.
O contrário é Juno, que apesar da pouca idade é inteligente, perspicaz e realmente diferente das garotas da idade dela. Decidida a não fazer um aborto, a menina resolve ter o bebê e entregá-lo diretamente a uma família, escolhida por ela. Entra em cena então casal Vanessa e Mark.
Juno desenvolve uma admiração pelos dois e pelo relacionamento deles, até que compreende que a relação entre duas pessoas não é como ela pensava que fosse. Assistimos em duas horas Juno crescer de maneira admirável. É uma história bonita e o final eu não conto aqui. Veja o filme...rs
Mas tudo isso me fez pensar em como essa história é um tanto fantasiosa. Juno abre mão de seu bebê desde o primeiro momento em que descobre a gravidez. Sei que é o que normalmente uma criança com a idade dela faria. Digo criança porque aos 16 anos eu era uma tonta. Mesmo... não entendia nada da vida, ou das pessoas. Mas me julgava sempre um tanto quanto responsável, para não dizer chata! Hahahahaha
Mas um filho é uma dádiva. E qualquer mulher com bom senso pensaria nisso duas vezes. Eu sei o quanto sofreria ao me separar de um pedaço meu. Mas isso sou eu e nem todas as mulheres do mundo tem instinto materno ou deveriam ser mães. Isso é fato.
Eu mesma já tive dúvidas sobre isso um dia. Hoje eu não tenho mais.
Enfim, esse post está imenso! Assistam Juno. Vale pela fotografia, pela trilha sonora e pela jovem Ellen Page.
É isso meus amores.
Mil beijos
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